25% da população negativada tem de 18 a 30 anos

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Cresce o número de jovens que tem contas negativadas do Brasil

 

Baladas, roupas e sapatos novos, lanches, mensalidade da faculdade, celular e Internet de alta velocidade. Com tantas despesas e sem planejamento, o tão esperado salário do jovem trabalhador acaba antes do fim do mês, culminando, muitas vezes, no super endividamento. Tanto é que 25% da população negativada no Brasil tem de 18 a 30 anos, segundo dados da Serasa.

Estamos em uma realidade triste: o brasileiro tem dificuldade em lidar com o dinheiro, milhões estão com dívidas em atraso e poucos já criaram o hábito de investir o dinheiro, por mais pouco que seja. Vamos aos fatos recentes sobre a relação dos jovens com dinheiro:

Segundo dados do Serasa Experian divulgados em maio de 2019, 8,6 milhões de jovens entre 18 e 25 anos estão inadimplentes. Por trás do endividamento, segundo os birôs de crédito, estão o uso excessivo do cartão de crédito e do cheque especial.

Ainda segundo o Serasa, em pesquisa feita em parceria com a Câmara Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), 4 entre 10 jovens estavam ou já estiveram com o nome sujo. O principal motivo é a necessidade de contribuir com as despesas de casa, além, claro, do descontrole com as finanças pessoais.

Entre os entrevistados, 78% têm alguma fonte de renda, sendo que 65% afirmam contribuir financeiramente para o sustento da casa, em especial com a alimentação (51%). A pesquisa ouviu 801 jovens, entre homens e mulheres de todo o Brasil, de 20 de fevereiro a 6 de março de 2019.

Há ainda uma parcela de jovens super endividados, que comprometeram mais de 50% do orçamento com débitos em atraso e não conseguem sair dessa situação sem algum tipo de ajuda externa.

O endividamento no início da vida adulta pode gerar sérios prejuízos futuros porque esta é a fase da vida onde a pressão por gastos é menor – em geral, os jovens ainda moram com os pais. Entretanto, mesmo que com menor pressão financeira, o endividamento entre jovens acontece porque muitos não questionam o custo do crédito e são influenciados por propagandas e pela mídia.

Geralmente, também são jovens mal informados mas que estão sempre dispostos a pagar, sem contudo, terem dimensão consequências da inadimplência.

Chama a atenção que pessoas tão novas, no começo da vida adulta, já estejam com super dívidas, mesmo sem ter grandes responsabilidades financeiras. Um dos motivos  é o endividamento não é só dos jovens: as instituições financeiras têm uma parcela de responsabilidade, quando oferecem cartões e empréstimos a quem tem pouca renda mensal. “É a ilusão do dinheiro. Eles não têm maturidade para gerir o próprio dinheiro e se empolgam com as ofertas” O consumo dos jovens costuma estar relacionado à autoestima.

A falta de educação financeira é a causa deste problema. “É importante estabelecer uma relação saudável com as finanças desde cedo, porque, afinal, vivemos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro é um meio para a realização pessoal. Com orientação, os jovens podem curtir o presente e, já nos primeiros ganhos, começar a planejar e construir o futuro com segurança para ter a certeza de uma vida melhor”

As razões para o crescimento desses índices são diversas e não dá pra colocar a culpa em um único fator. Mas, uma coisa é fato: o desemprego, que atinge cerca de 13 milhões de brasileiros, tem grande responsabilidade nessa história. Pesquisa realizada pela Serasa indica que três em cada dez brasileiros inadimplentes estão sem trabalho

Além disso, o aumento no valor de produtos e serviços e a consequente redução do nosso poder de compra também são dificultadores para mantermos as contas em dia, bem como a redução de renda sofrida por muitas pessoas devido aos impactos econômicos da Covid-19. Mas, não é só isso. O crescimento da inadimplência também tem causas que ultrapassam a fronteira dos aspectos financeiros.

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