Medicamento genérico é confiável? Respondemos 5 dúvidas mais frequentes sobre remédios genéricos

generico

Existem muitas dúvidas e preconceitos acerca da eficácia e segurança dos medicamentos genéricos, em grande parte influenciados pelo baixo custo dos remédios em comparação ao medicamento de referência. 

No entanto, apesar das desconfianças, pesquisa feita pelo Instituto Datafolha em 12 capitais brasileiras sobre o perfil dos consumidores em farmácias particulares aponta que 68% das 1.611 pessoas entrevistadas têm o hábito de comprar medicamentos genéricos.

Neste conteúdo, responderemos as 5 dúvidas mais frequentes acerca da segurança e eficácia do medicamento genérico, o que o difere do medicamento de referência e, ao final, você estará apto para decidir se prefere continuar com os medicamentos genéricos ou os de referência. Boa leitura!

1. Afinal, o que é um medicamento genérico?

Os genéricos contém o mesmo princípio ativo na mesma dose e forma farmacêutica (comprimido, xarope, etc) que o medicamento de referência (marcas originais). Chegaram ao Brasil em 1999 com a lei nº 9.787 e permitiram o acesso à saúde para a população de baixa renda que não podia pagar o alto custo dos remédios originais.

Antes dos genéricos, já havia versões similares às originais, mas não havia garantia da sua qualidade.

O preço dos remédios de referência subia significativamente na época, deixando poucas opções à população, que ou pagava caro no tratamento ou arriscava se medicar com os similares. 

Foi diante deste cenário que o governo brasileiro autorizou os medicamentos genéricos, uma alternativa mais barata e segura, que passa por fiscalização e segue as leis e diretrizes da Anvisa. 

Principais objetivos da lei nº 9.787 da política nacional de medicamentos genéricos:

  • Estimular a concorrência e a variedade de oferta no mercado de medicamentos;
  • Investir na qualidade dos medicamentos disponíveis;
  • Reduzir os preços;
  • Facilitar o acesso e a adesão da população brasileira ao tratamento de doenças.

Além de melhorar a saúde pública do país e a qualidade dos produtos sob o ponto de vista sanitário, aumenta a competitividade do mercado farmacêutico, gerando melhores ofertas para os consumidores.

2. Se são iguais, por que o genérico é mais barato?

O remédio original é desenvolvido por um laboratório após anos de pesquisa extensa e detalhada e altos investimentos. A comercialização destes medicamentos só é aprovada após o laboratório apresentar estudos clínicos que comprovam a eficácia e segurança do medicamento.

Quando aprovados, os laboratórios detém a primeira patente do medicamento. Com a patente, os laboratórios têm a venda exclusiva destes medicamentos do mercado, o que garante o retorno do investimento feio em pesquisas e, claro, o lucro para a empresa.

Com a lei, a exclusividade dura 20 anos. Após esse período, a fórmula patenteada passa a ser de domínio público. Assim, qualquer laboratório tem licença para comercializar um genérico do medicamento.

O que permite que os genéricos sejam mais baratos, é que os laboratórios não precisaram investir uma grana em pesquisas e propaganda. Os gastos da indústria de genéricos é bem menor que a dos medicamentos originais.

A exclusividade de 20 anos é um investimento que incentiva os laboratórios a continuarem criando e desenvolvendo medicamentos originais, pois não terão concorrência por um longo período, dominando o mercado.

3. Quem define os preços?

Os órgãos responsáveis pela regulamentação do preço de medicamentos no Brasil são a ANVISA e o CMED – Câmara de Regulamentação do Mercado de Medicamentos. São eles que definem o preço máximo que um remédio novo pode custar, por meio de análises e comparações com o mercado.

4. Os medicamentos genéricos são confiáveis?

A lei exige que os laboratórios que produzem medicamentos genéricos comprovem a compatibilidade terapêutica com os medicamentos de referência, a fim de assegurar a qualidade oferecida pelos remédios aos pacientes.

Portanto, sim! São confiáveis. Os genéricos são obrigados por lei a comprovar a eficácia e segurança em testes de bioequivalência e biodisponibilidade, além de serem fiscalizados pela Anvisa.

5. O que os médicos prescrevem e recomendam?

Que os medicamentos genéricos são seguros, agora nós sabemos. Mas o que os médicos indicam? Segundo uma pesquisa realizada pela MinhaSaúde, a maioria dos respondentes (58%) receita o medicamento genérico com frequência enquanto apenas 4% nunca o prescrevem.

Para 56% deles, os genéricos são tão eficazes quanto seus equivalentes de marca. E 64% não acreditam que eles possuem mais efeitos colaterais do que os de referência.

“Qualquer médico que não prescreve genéricos é ou ignorante ou extremamente influenciado por propagandas” – José Gomes Temporão, médico sanitarista e ex-ministro da Saúde.

José Gomes Temporão, médico sanitarista e ex-ministro da saúde acredita que a falta de qualidade não deve ser uma preocupação. “Isso acontece pouco, com a minoria dos medicamentos. Eventuais erros são possíveis em qualquer país, mas o fato de estarmos vendo as notificações da Anvisa significa que a vigilância funciona”, comenta.

“Com o passar do tempo, a tendência é haver cada vez menos preconceito e cada vez mais prescrições deste tipo de droga”, conclui o médico.

Conclusão

Vimos que os medicamentos genéricos são seguros e confiáveis, possuem o mesmo princípio ativo dos remédios de referência e ainda são prescritos pela maioria dos médicos. Sua eficácia é comprovada por meio de testes e fiscalizações, portanto, não resta dúvidas de que qualquer pessoa pode consumir sem medo.

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